Como trabalhar com um conteúdo eficiente para o Google

Como trabalhar com um conteúdo eficiente para o Google
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A popularização do marketing digital e de conteúdo no Brasil provocou um boom de serviços nesse segmento, afinal, as estratégias digitais diminuem o custo com a publicidade tradicional e ajudam a aumentar a geração de negócios, através do relacionamento direto entre empresa e consumidores. Mas como criar um conteúdo eficiente na web e para os buscadores do Google? Confira algumas dicas:

1- Crie títulos que realmente importam ao seu prospect
Utilizar técnicas “click bait” (que prometem uma coisa e entregam outra) é muito ruim. Isso porque o Google também usa como um fator de ranqueamento do seu site o tempo que as pessoas permanecem nele. Ou seja, quanto menos o usuário permanecer, pior será.

Outro erro comum é usar palavras de call-to-action que já são velhas conhecidas dos usuários, como por exemplo “tudo o que você precisa saber”, “não deixe de ver” e palavras do gênero. Quanto mais jornalístico o conteúdo e o título, melhor. Outras dicas para manter a qualidade jornalística são: evitar frases muito longas, sem ponto final; criar textos em um tom muito formal, ou com maneirismos de língua que não são usados no dia a dia; fazer textos muito simplistas, ou muito técnicos; fazer textos longos, mas com pouco conteúdo interessante.

2- O Google se importa com a qualidade do texto
Muitas empresas contratam estagiários, freelas ou geradores de conteúdo que vão prover uma informação de topo de funil –para o B2B isso é um problema. Mas o problema pode ser maior porque geralmente esses conteúdos também têm uma escrita fraca e pobre de conteúdo eficiente, e não são feitos a partir de uma boa técnica jornalística.

3- Use palavras-chave baseadas nos interesses da sua audiência
Antes de fazer qualquer planejamento de conteúdo, é importante apurar quais são as palavras-chave relacionadas ao comportamento de busca do prospect potencial. Em B2B, e mais propriamente no Brasil, não vai ser fácil apurar essas informações, o Google Trends, por exemplo, vai retornar zero na maior parte dos casos.

Neste caso, você pode contar com outras ferramentas, como o SEMRush e o Google para Webmasters, para tentar mapear quais são as palavras-chave que os seus usuários utilizam para descobrir o seu site, bem como as páginas dos seus concorrentes.

Outro ponto relevante é que existem quatro tipos de busca que o usuário realiza na internet: navegacional, informacional, investigacional e transacional.

Na busca navegacional, o usuário procura por um site específico. Ou seja, ele vai ao Google digitar o nome da empresa/serviço/site que ele procura, e não tem intenção de buscar outros dados.

Já na busca informacional, o usuário vai em busca de informações sobre um determinado assunto ou tema geral em particular, cujo conteúdo estará em vários sites diferentes. Geralmente, a busca informacional, a partir de um ponto de vista de geração de leads, é feita durante os estágios iniciais do funil.

Por último, a busca transacional é quando a busca na web é utilizada para atingir outro fim, ou seja, obter o preço de algum produto ou serviço – por exemplo, quando o usuário digita a busca “comprar pneus modelo XYZ para carro”. Geralmente essas buscas são “long tail” e mais detalhadas.

Para B2B, em especial, é possível criar um funil de palavras-chave que esteja amarrado com o próprio funil de conteúdo que você criar, conteúdos de topo de funil podem estar associados a palavras-chave mais gerais e ligadas a buscas informacionais, enquanto que conteúdos de fundo de funil podem estar mais conectados a palavras-chave transacionais.

É possível também combinar uma série de conteúdo dentro da mesma página, você pode, por exemplo, criar um conteúdo informacional para uma página que tenha um call to action transacional.

4- Seja pontual e direto na comunicação
Como a exigência dos textos é cada vez maior, é natural que os redatores acabam “se enrolando”, ou “enrolando” demais o próprio texto. É essencial que o texto também siga a regra clássica do jornalismo – com os primeiros parágrafos informando ao leitor o que ele terá de conteúdo pela frente. Uma técnica jornalística simples de ser seguida é o da pirâmide invertida – os primeiros parágrafos do texto trazem as informações mais essenciais, enquanto os parágrafos finais trazem o conteúdo detalhado, ou informações que não serão relevantes.

 

Fonte: inteligenzia


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